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Uma tragédia anunciada - Região Serrana - Rio de Janeiro - Brasil

As fortes chuvas que cairam na região serrana do Rio de Janeiro, em Petrópolis, Teresópolis, Friburgo, Areal, Itaipava, devastaram a região. Chuvas com intensidades tão fortes, que arrasaram estas cidades. Crescimento urbano desordenado, falta de fiscalização de técnicos capacitados, mas principalmente tem uma enorme parcela, diria até cerca de 90% é da natureza, dando sua reação, causada pela ação da humanidade, através do aquecimento global. Os grandes países industrializados, o avanço imenso da industrialização chinesa, elevando cada vez mais o índice de CO2, CO, e outras substâncias que contribuem com o aumento da temperatura na Terra, e tendo como consequências, índices elevados da evaporação da água nos rios, geleiras, mares e oceanos. A evaporação de mares e oceanos, aumenta a concentração salina, e diminui o número de vida marinha. A condensação de toda essa água e correntes de ar vindo do Amazonas, do mar, vieram a cair justamente nestes municípios, causando perdas de vidas e devastações de cidades inteiras. Estas formações de água, a cada ano será mais acentuadas, devastando mais cidades, Estados inteiros e Países. A formação de gases, que aumentam o aquecimento global é muito superior do que o sequestro de CO2, na fotossíntese das plantas.
Existe uma remota esperança, em salvar pequenos estados ou cidades, retirando todas as famílias das encostas e vales, onde passam rios, e também todas as famílias que moram na beira deles.
Com certeza, tragédias piores acontecerão com mais frequência, sendo pelas chuvas, pela neve, calor intenso, desmatamento sem controle em todo o Brasil, incêndios nas matas e florestas. Este é o preço pago pelo que se retirou e pelo que se retira, até hoje, da Natureza, em demasia, pelo crescimento econômico dos poderosos. Amenizar, pode sim, mas curar tamanha ferida que foi aberta em nossa mãe Terra, será difícil cicatrização. Até hoje, já foram contabilizadas mais de 640 mortos, na região serrana do Rio de Janeiro, e fora os locais onde famílias em localidades com maiores dificuldades para as equipes de resgates chegarem, ainda não foram retiradas.

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